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Ponte de Lima é uma Surpresa – Programação até 28 de julho
+ Música + Dança + Teatro + Circo
Entradas Gratuitas | Lotação Limitada a 300 Espectadores | Uso Obrigatório de Máscara | Ao Ar Livre e em Segurança
• 23 de Julho – 22h00 – Música: Círculo (Rita Maria, Luís Figueiredo, Mário Franco)
• 24 de Julho – 22h00 – Música: Labaq
• 25 de Julho – 22h00 – Música: Ana Laíns
• 26 de Julho – 22h00 – Música: Tó Trips
• 27 de Julho – 22h00 – Música: TGB (Sérgio Carolino, Mário Delgado, Alexandre Frazão)
• 28 de Julho – 22h00 – Música: Manuel de Oliveira apresenta [ENTRE], com Sandra Martins e João Frade
Após a primeira apresentação ao vivo do recente álbum de B Fachada, Rapazes e Raposas, que saiu no início da semana e depois do magnífico concerto da noite de ontem, quarta-feira, pelo referido cantautor, o qual atraiu cerca de duas centenas e meia de espectadores, o Ponte de Lima é Uma Surpresa prossegue com a respetiva programação, ficando aqui alguns apontamentos sobre os projetos a apresentar até ao dia 28 de Julho.
Círculo (Rita Maria, Luís Figueiredo, Mário Franco)
Círculo surge no momento em que se deixa para trás os papéis tradicionais de líder e sideman e cria uma outra dinâmica, um triângulo em que cada um dos vértices tem igual importância. Triângulo esse que está inscrito num espaço criativo em constante movimento: o Círculo, podendo assumir formas e proporções distintas em momentos diferentes. Neste modelo, a Música vai tomando forma segundo os caminhos que se vão descobrindo em conjunto. No entanto, o Círculo não se fecha sobre si próprio – é um espaço de constante diálogo que contém, em si, possibilidades infinitas.
Círculo contém na sua essência uma matriz jazzística contemporânea com influências em variadas fontes, fruto do amadurecimento dos três compositores (Rita Maria, Luís Figueiredo, Mário Franco). Há um carácter exploratório que leva estes três músicos a experimentar uma variedade tímbrica ampla para além da convenção: voz, piano e contrabaixo, através do emprego de vários teclados/sintetizadores, percussão, baixo elétrico, efeitos vocais na voz da cantora, bem como, a utilização da voz de todos os elementos, que vão definindo e redefinindo a sua identidade sonora.
Labaq
Em tempos onde as sombras parecem ser os faróis que opacam o nosso dia-a-dia, é necessário encontrar a luz dentro de nós para conseguirmos iluminar o nosso caminho e podermos seguir em frente. Labaq levou isto à letra. Com o seu novo trabalho “Lux” (Voa Music, 2019), um álbum que traz uma reviravolta estética ao seu som, mas que também funciona como um manifesto artístico-político e a reivindicação de que cada um pode ser o seu próprio farol.
Três anos depois do seu primeiro disco “Voa” (Voa Music, 2016), um exercício que situou esta artista de São Paulo como uma das vozes mais singulares da canção alternativa latino-americana e que a levou a percorrer 15 países em quase 250 concertos em três anos, e que, ao mesmo tempo, nos apresentava Labaq como uma artista absolutamente fora de géneros, tão perto do neo folk como do indie ou das texturas eletrónicas; em “Lux” confirma não só ser uma artista inclassificável e imprescindível, como também prova ser um dos nomes com maior capacidade de expansão da música brasileira contemporânea, encontrando portas amplamente abertas no mercado internacional, que se traduz na publicação do segundo álbum no Brasil (Voa Music), Portugal (Omnichord Records) e Espanha (Raso Estudio).
As onze canções que compõem “Lux” (que tem colaborações de artistas como Fármacos, Camila Vaccaro, Bienvenidos a la computadora, Fran Czec e Ian Chang) apresentam-nos a uma Labaq que se revoluciona de modo a revolucionar os que a rodeiam. Mais perto que nunca de cabos e máquinas, Labaq leva a sua noção da canção pop a territórios como a indietronica, a música pop alternativa ou um pop avant garde experimental sem limites, aproximando-se de artistas como Holly Herndon, Arca, Sudan Archives, Nai Palmo Tune-Yards, entre outras referências de uma estética sonora e discursiva que explora os seus próprios limites, para abrir horizontes ao pop brasileiro.
Um reportório que vai desde o espanhol ao inglês, passando obviamente pelo seu português materno e que está inevitavelmente inspirado pelos tempos sombrios por que passa o seu país natal. Pós-eleições de 2018, a artista coloca-se na vanguarda do protesto pelo seu continente, como podemos perceber em canções como “Miedo”: “nos quitaron tanto que nos quitaron el miedo”.
Em tempos onde as sombras procuram tapar a luz, Labaq inventou uma lanterna que, ao mesmo tempo, ilumina e aponta.
Ana Laíns
A multifacetada Ana Laíns celebra 20 anos de Carreira durante o ano de 2020. A efeméride foi assinalada com um concerto esgotado no Salão Preto e Prata do Casino Estoril no passado dia 31 de Janeiro, cujo registo será editado em disco no último trimestre de 2020. Ao longo de duas décadas, a cantora tem construído uma Carreira discreta, longe do main stream, mas inquestionavelmente Sólida e Autossuficiente.
Na Grécia Chamaram-lhe “Diva de um Fado Diferente”.
Em França chamaram-lhe “Virtuosa do Palco”.
Em Portugal, gosta de ser conhecida como “Cantora Colorida” e é considerada uma das mais bonitas vozes da Língua portuguesa.
Colorida pelas cores de um país que é a sua grande paixão, e que pintam a música de Ana Laíns desde 1999, ano em que se torna cantora profissional, após ter vencido a “Grande Noite do Fado” de Lisboa no Coliseu dos Recreios. Começa no Fado e nos ritmos da Música Tradicional Portuguesa, mas vai mais além. E em 2006, como álbum de estreia “Sentidos”, é considerada uma das grandes revelações do ano na Música Portuguesa. A Revista “Songlines” salienta o exercício absolutamente contemporâneo de Ana Laíns no Fado.
Em 2010 surge “Quatro Caminhos”, disco amplamente aplaudido pela crítica internacional. Na Holanda, a revista Jazzism refere-se ao álbum como “ A verdadeira World Music vinda de Portugal, e a VPro Gids fala da elegância e do comando natural que a cantora tem sobre a sua voz, e nomeia o álbum nos 10 melhores discos do ano na área da World Music. Em Inglaterra, o “Daily Planet” concorda, e salienta a voz pura e poderosa.
A sua projecção internacional conhece novos desenvolvimentos, quando em 2009 Boy George, artista distinguido com prémios como o Grammy, Tony ou Brit Awards, convida Ana Laíns para uma colaboração no tema “Amazing Grace”, justificando a escolha por considerar a cantora dona de uma “Voz Sublime”.
Em 2014 Ana Laíns é nomeada “Embaixadora das Comemorações dos 8 séculos de Língua Portuguesa”, e a efeméride tem o seu ponto alto no concerto de encerramento organizado pela cantora, e que esgotou o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém. Ana Laíns foi a anfitriã de uma noite que reuniu em palco alguns dos mais expressivos artistas dos 8 Países da Lusofonia, como Ivan Lins, Aline Frazão, Celina Pereira ou Paulo de Carvalho.
Estas celebrações fazem-se sentir fora de portas e originam uma digressão pedagógica pelos Estados Unidos, onde a cantora realiza vários concertos, e oficinas sobre o Fado e a Língua Portuguesa em algumas das mais importantes Universidades Norte Americanas. O sucesso vale novo convite e regressa em 2016 para o prestigiado “Lowell Folk Fest”, que considera Ana Laíns uma das melhores performances do Festival. 2016 culmina com um convite da Embaixada de Portugal em Ankara e do Instituto Camões, e Ana Laíns abre o prestigiado festival “Sefika Kutluer” em Ankara, Turquia, que lhe vale o passaporte de regresso em 2017 para uma residência artística no prestigiado St. Regis Istambul.
No final de 2017 surge "Portucalis", o disco que já valeu à cantora a nomeações nas categorias para “Melhor Cantora Portuguesa 2017”, “Melhor Canção 2017” e “Melhor Concerto 2017”, tendo como referência o concerto na prestigiada Casa da Música no Porto, e foi recentemente considerado um dos 10 melhores álbuns do ano pela imprensa Sueca e Espanhola. A revista belga Rootstime afirma que aos 38 anos, Ana Laíns confirma categoricamente a sua identidade e lança o seu melhor álbum até à data. Na Holanda, a Mixed World Music refere-se à cantora enquanto personificação da identidade Portuguesa.
Portucalis é uma viagem pela Língua e Etnografia portuguesa, e conta com colaborações de luxo, tais como Ivan Lins, Luís Represas, Mafalda Arnauth ou Filipe Raposo. Em 2018, Portucalis foi ouvido em mais de 30 concertos, em países como Portugal, Espanha, Suécia, França, Holanda, Turquia, Tunísia, Roménia ou Polónia. Concertos onde, invariavelmente, Ana Laíns deixou a sua marca, por se tratar de uma cantora diferente, que apresenta uma viagem global pela cultura da Portugalidade.
Destaque para o concerto de encerramento das Festas do Mar de Cascais, integralmente pensado e produzido pela cantora, em parceria com o Município e Orquestra Sinfónica de Cascais, onde a
Lusofonia foi o núcleo de uma noite memorável, que reuniu no mesmo palco Fafá de Belém, Luís Represas, Stewart Sukuma, Paulo Flores, Karyna Gomes, Lura, Tonecas Prazeres e Piki Pereira, em representação dos 8 países de Língua Portuguesa.
Em 2019, Ana Laíns vê confirmado o sucesso do seu percurso com uma vasta digressão que passa por algumas das principais programações portuguesas, com destaque para o Festival Artes à Rua (Évora), o Festival Sons da Terra (Oeiras), o Festival Seixal Fado Food Fest, a FicaVouga (Sever do Vouga) ou o Festival de Música de Leiria, onde atuou acompanhada pela Orquestra Filarmonia das Beiras, como convidada do prestigiado Ivan Lins.
A convite de Júlio Isidro integra o seleto elenco do concerto de comemoração dos 45 anos sobre o 25 de Abril, produzido pela RTP.
A digressão internacional passa por Barcelona, Madrid, Sevilha, Saragoça, Zamora, Bucareste, Baku, com especial destaque para o Festival Internacional de Música de Izmir (Turquia), que recebeu uma cantora portuguesa pela primeira vez com inquestionável sucesso.
Tó Trips
Co-fundador de marcos da recente música nacional, como é o caso dos Lulu Blind ou Dead Combo, e membro da fase final dos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre, Tó Trips lançou em 2009 o seu
primeiro álbum a solo, ‘Guitarra 66’, pela Mbari, efusivamente recebido pela crítica. Lindo registo de música crua, aberta, generosa, de espírito nomádico, encaixa as pistas e materializações que Trips dava já nos Dead Combo. O meta-fado de Paredes, a música de fantasminhas da boémia lisboeta, a tradição cubana como vista por Marc Ribot, o lado mais lírico do western spaghetti de Ennio Morricone ou o encontro ibero-árabe do flamenco, deixando-nos com uma linguagem que entretece todos estes vocabulários e o torna uma língua sua, real como só os verdadeiramente bons e honestos o conseguem ser. Guitarrista do melancólico e do luminoso, transforma em som um homem que é profundamente português, fascinado pelas viagens - reais, internas, imaginárias e impossíveis. Regressou na Primavera de 2015 com o disco “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido”. E mais uma vez não se deixa Tó prender a fórmulas, não obstante possuir, à guitarra, um estilo particularmente distinto. Isto é, o aparecimento de um novo disco a solo seu deve-se, antes de mais, à necessidade de documentar o desenvolvimento e exploração de uma nova linguagem. Mais concretamente à guitarra Resonator, com os seus cones metálicos a ampliar de modo natural o som e raízes associadas a ícones como Tampa Red ou Bukka White. Não que Tó finja aqui ser quem não é – aliás, mais longe do blues do delta do Mississippi não podia estar. Afinal, o seu interesse na tradição será apenas por aquilo que – na aceção real do termo – ela possui de mais primitivo. Isto é, o seu projeto é efetivamente o da prossecução daquilo que, em rigor, nas cordas de aço, nunca existiu em lugar nenhum. Daí que se socorra da alegoria da “ilha imaginária”, embora trabalhe igualmente no sentido de evocar memórias específicas. No fundo, mais não se fala do que de uma música que soube fazer do isolamento uma fortaleza e da independência o melhor que tem a dar de si. Levem-na convosco para uma ilha deserta que não se irão arrepender.
TGB (Sérgio Carolino, Mário Delgado, Alexandre Frazão)
Poderia significar “The Greatest Band”, mas, neste caso, o acrónimo refere-se somente aos instrumentos: Tuba, Guitarra e Bateria. TGB é um Trio, formado (2003) por alguns dos mais aclamados músicos em Portugal: Sérgio Carolino – Tuba, Mário Delgado – Guitarra, Alexandre Frazão – Bateria. Editaram “Tuba, Guitarra e Bateria” (2004), “Evil Things” (2010) e “III” (2019) todos com o selo Clean Feed.
Ao terceiro álbum, os TGB já não podem continuar a ser definidos pela instrumentação fora do comum de uma tuba, uma guitarra e uma bateria. Surgem-nos com uma música idiossincrática, sem fronteiras e invencível. Misturaram jazz, rock, folk, country e muito mais… sendo, também, impossível de categorizar como "fusão". Os TGB expandiram de tal forma os horizontes, e com resultados tão particulares, que rebentaram o rótulo em questão, inventando o seu próprio "espaço de intercepção entre criatividade contemporânea e pensamento crítico". Imperdível.
Sérgio Carolino – Tuba
Mário Delgado – Guitarra
Alexandre Frazão – Bateria
Manuel de Oliveira apresenta [ENTRE], com Sandra Martins e João Frade
O ímpeto, o instinto, o itinerário.
Depois do sucesso de IBÉRIA LIVE (2016), projeto em parceria com os conceituados músicos espanhóis; Jorge Pardo e Carles Benavent, que culminou, com casas cheias, no CCB Lisboa e Casa da Música, Manuel de Oliveira tem-se dedicado essencialmente a compor para guitarra solo e a parcerias com outros músicos e criadores como a violoncelista Sandra Martins e o acordeonista
João Frade. O lançamento do CD e Audiovisual [ENTRE] está marcado para o dia 1 de Outubro (Dia Internacional da Música) e terá concertos de lançamento em Lisboa e Guimarães.
Conhecido como o guitarrista Ibérico, Manuel de Oliveira entrega às suas composições os reflexos de uma alma ibérica que lhe corre nas veias sem, contudo, deixar latente um respeito, uma veneração intemporal, pelas suas origens e tradições. Com um vasto percurso internacional, é um dos mais prolíficos guitarristas contemporâneos. Do seu currículo destaca-se a edição internacional do álbum “Amarte” e a presença em alguns dos mais importantes festivais europeus – “Emociona Jazz!!” (Espanha) e “Couleurs Jazz” (França), ao lado de nomes como Brad Mehldau, Chick Corea, Mike Stern e Richard Galliano, entre outros.
Manuel de Oliveira concebeu “Os Nossos Afetos”, espetáculo da cerimónia de abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, com a participação especial de Cristina Branco, Chico César e Rão Kyao.
O mais recente “Ibéria Live”, com os conceituados músicos fundadores do Flamenco Jazz – Jorge Pardo e Carles Benavent, esgotou o CCB e Casa da Música em 2016.
Os últimos dois anos têm sido de criação para guitarra solo e parcerias com a violoncelista Sandra Martins e o acordeonista João Frade. Deste novo trabalho destacam-se os já estreados singles; “Caminhos Magnéticos”, tema que integra a banda sonora do filme homónimo de Edgar Pêra, “Venham mais Cinco”, versão original do tema de José Afonso e “Neia”, o mais recente lançamento de “ENTRE”, o novo trabalho discográfico de Manuel de Oliveira com lançamento marcado para 1 de Outubro (Dia Internacional da Música).
Manuel José Bastos de Oliveira, nasceu a 7 de Julho de 1978, na cidade de Guimarães, Portugal. Aprendeu a tocar guitarra com o seu pai, Aprígio Oliveira. De percurso autodidata, procurou viajar e estar em contacto com outras culturas fortes da guitarra, como o Flamenco, a música sul americana e o Fado. Gravou o seu primeiro EP em 1997 – “Praça de Santiago”, em 2002 o seu primeiro álbum de originais – “Ibéria” e em 2007 a sua primeira edição internacional – “Amarte”. Em 2012 concebe “Os Nossos Afetos”, espetáculo da cerimónia de abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura. No mesmo ano celebra em concerto, “Ibéria Live”, os 10 anos da obra que marca a sua identidade. “Ibéria Live” teve edição discográfica em 2016, com lançamento no CCB e Casa da Música.
Do seu percurso destacam-se ainda, o projeto “Muxima - Homenagem a Duo Ouro Negro”, projeto de sua autoria, e participações especiais em “Moda Impura” com Janita Salomé e Vitorino e em “Que Fado é este que trago”, com o fadista Hélder Moutinho.
Tendo em consideração a salvaguarda de todos os espectadores, deverão ser cumpridas algumas normas e orientações, a saber:
- Foi elaborado e amplamente divulgado, para além de poder ser consultado no local, o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.
- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.
- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.
- Os bilhetes para acesso a qualquer um dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa são gratuitos, mas obrigatórios, não sendo permitida a entrada no recinto a quem não for portador de bilhete de entrada.
- Os bilhetes poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.
- Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.
- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras ( a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).
- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.
- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.
- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espetáculos.
- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.
- A abertura do recinto será antecipada para assegurar o acesso ao mesmo à chegada ao recinto, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.
- Os acessos abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e os espectadores devem comparecer mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.
- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.
- Os espetáculos terão início à hora marcada e a direção e/ou produção poderá impedir o acesso ao recinto depois do início dos espetáculos.
- Existirão lugares juntos para 4 coabitantes, 3 coabitantes, 2 coabitantes e lugares individuais.
- Grupos de mais de 4 coabitantes terão que, obrigatoriamente, ser separados, cumprindo o previsto no ponto anterior.
- Existirá um espaço reservado a cidadãos portadores de deficiência e respetivos acompanhantes.
- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.
- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.
- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.
- Não é permitida a entrada no recinto com garrafas de vidro.
- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.
- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do recinto após o final dos espetáculos.
- Será elaborado e amplamente divulgado o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.
- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.
- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.
- Os bilhetes, obrigatórios para entrada, serão gratuitos e poderão ser levantados, dois por pessoa, no Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na entrada do recinto dos espetáculos; aos fins-de-semana, poderão ser levantados, também dois por pessoa, a partir das 17h00 na entrada do recinto dos espetáculos.
- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.
- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto.
- Obrigatório o uso de máscara desde o acesso e em todo o tempo que permanecerem no recinto dos espetáculos.
- À entrada no recinto realizar-se-á a medição da temperatura corporal de cada espectador e cada um deve proceder à obrigatória higienização das mãos.
- Os espetáculos terão início à hora marcada e a organização poderá impedir o acesso depois do início dos espetáculos.
- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.
- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes, devidamente identificados e em caso algum poderão deslocar as cadeiras e/ou trocar de lugares.
- Apenas será permitido o acesso às instalações sanitárias a duas pessoas de cada vez.
- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes para abandonar o recinto por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.