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Ponte de Lima é Uma Surpresa – Programação até 22 de julho
+ Música + Dança + Teatro + Circo
Entradas Gratuitas | Lotação Limitada a 300 Espectadores | Uso Obrigatório de Máscara | Ao Ar Livre e em Segurança
Depois do seu início, a 14 de julho e após a apresentação de 4 espetáculos, o Ponte de Lima é Uma Surpresa pode, dia após dia, ser considerado um autêntico laboratório de aperfeiçoamento de apresentação de espetáculos ao vivo em tempos de pandemia, obedecendo às Orientações da Direção-Geral da Saúde e a toda a legislação em vigor, o que o torna procurado por responsáveis de eventos e de salas do país para analisar maneiras de ajustar as suas atividades aos tempos que vivemos.
Equipa de direção, programação e produção, técnicos de palco, de som e de luz, frente de casa, assistentes de sala, pessoal de limpeza, segurança, bem como, o público que procura os espetáculo cada vez em maior número, aprendem consecutivamente as regras e, estes últimos, preparam-se para fruir de espetáculos com novas normas, que, muito provavelmente, ainda perdurarão por um tempo considerável e serão aplicadas, com as devidas adaptações, a recintos fechados, como é o caso do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, cuja reabertura, para a temporada de 2020-2021 está marcada para o dia 18 de Setembro, cumprindo 124 anos de existência no dia seguinte, 19 de Setembro.
Voltando ao Ponte de Lima é Uma Surpresa, os próximos espetáculos de que desvendamos as datas são os seguintes.
• 17 de Julho - Sessões às 19h00 e às 22h00 - Circo Contemporâneo: Por Um Fio | Companhia Erva Daninha / Estreia do Espetáculo
• 18 de Julho - 22h00 - Música: Rui David
• 19 de Julho - 22h00 - Música: Maria Anadon Latin Jazz Project
• 20 de Julho - 22h00 - Música: Raquel Boaventura | Intemporal
• 21 de Julho - 22h00 - Música: Dog´s Bollocks
• 22 de Julho - 22h00 - Música: B Fachada
Por Um Fio (Estreia) | Companhia Erva Daninha (Porto) | Circo Contemporâneo
Os artistas de circo não têm medo de correr riscos e assumir plenamente a responsabilidade da sua imprudência e prática indisciplinada. Através de um espetáculo de circo, dois intérpretes utilizam a acrobacia aérea como técnica para procurarem continuamente o equilíbrio entre dois corpos, usando uma corda solta com duas pontas a 7 metros de altura. Esta corda, este fio impermanente e inconstante, altera a perceção do espectador sobre os corpos em cena. Partem desta corda que enforca a necessidade de algo mais do que uma simples conexão. Dependem desta ligação, desta corda que os suspende e que os prende. Que os amarra e os segura. Qualquer ação desencadeia uma consequência no estado do outro, e é esta dependência que os obriga a confiar no outro.
Rui David
O músico e compositor portuense editou o seu álbum de estreia, “Contraluz”, a 20 de Setembro.
Meses depois de ter dado a conhecer o trabalho que estava a desenvolver em estúdio com a sua superbanda, num concerto com lotação esgotada na Casa da Música, chegou o momento de conhecer o tão desejado disco. A concretização de um sonho antigo que regista tudo o que o músico aprendeu ao longo destes anos que tem dedicado à música.
Composto por 11 canções reveladoras da sua história, ora nas suas palavras e composições, ora nas palavras e melodias de outros como Jorge Palma, Manel Cruz, Carlos Tê, Miguel Araújo e Tiago Torres da Silva,
“Contraluz” é a confirmação de que chegou o momento de Rui David. Depois de um longo percurso dedicado às canções, à composição e à interpretação, o músico apresenta-se, finalmente, em disco e em nome próprio.
Mas não está sozinho.
A seu lado está uma banda de prestigiados músicos constituída por: Peixe (Ornatos Violeta), Eduardo Silva (Foge Foge Bandido) no baixo, Ruca Lacerda (Supernada) nas cordas e percussão e Francisco Fonseca (Supernada) na bateria.
Depois de “Sem Medo”, tema da autoria de Jorge Palma com que Rui David se destacou no Festival da Canção 2018, e do single “Homem Novo”, com letra e música de Carlos Tê, segue-se “Sol da Primavera”, composto e interpretado em dueto por Manel Cruz.
Maria Anadon – These Foolish Things / Maria Anadon Latin Jazz Project
Maria Anadon (Voz) e Victor Zamora (Piano) iniciaram em 2003 um trabalho conjunto em torno das suas raízes musicais, procurando sempre a diversificação de estilos. Como em qualquer projeto e após a maturidade do mesmo, sentiram a necessidade de alargar o conceito integrando Nelson Cascais (Contra-Baixo), Joel Silva (Bateria) e Gonçalo Sousa (Harmónica) aliando, assim, a recriação de velhos, mas sempre renovados, standarts com cores diferentes de sabor latino.
Nos seus espetáculos, sensualidade, doçura e sofisticação alinham-se numa harmonia perfeita, num misto de elegância e provocação.
Maria Anadon – Voz
Victor Zamora – Piano
Nelson Cascais – Contrabaixo
Gonçalo Sousa – Harmónica
Joel Silva – Bateria
Aquando da apresentação do These Foolish Things no Festival Kulturwerkstatt de Paderborn (Alemanha), nos finais de 2018, a crítica não poupou elogios à formação (tradução de Manuel Campos – Frankfurt/Alemanha):
O ardente Jazz das caves de Lisboa
"Concerto com Maria Anadon e seu quarteto, ponto alto da semana festiva na Kulturwerkstatt de Paderborn (Alemanha).
Paderborn – Os 30 anos de existência da instituição Oficina de Cultura – “Kulturwerkstatt” – de Paderborn foram festejados durante 6 dias.
Ponto alto dos festejos foi certamente o concerto da cantora portuguesa Maria Anadon, com o seu quarteto de Jazz latino, no sábado, no café local.
Convidada pelo Club de Jazz de Paderborn e pela Associação Cultural "Os Lusitanos“, a cantora de Jazz de puro sangue deixou vislumbrar no seu primeiro concerto na Alemanha algo da atmosfera existente no cenário de Jazz de Lisboa.
Antes de ela ocupar o palco com a sua voz sonora e vital, os três músicos que a acompanhavam começaram a preparar o público para uma noite de Jazz profissional. O chefe do trio instrumental é o pianista cubano Victor Zamora que, com o seu constante, rítmico e acentuado jeito de tocar o piano, garante, de forma contínua, a estrutura de apoio melódico da canção.
As suas introdutórias sequências tonais permanecem ao mesmo tempo decentes e expressivas, mas presentes em segundo plano, enquanto o baterista Joel Silva marca o ritmo de forma acentuada e subtil – em geral de forma não espetacular, mas com batidas cuidadosamente acentuadas das suas varas de percussão e suas vassouras giratórias.
O terceiro do grupo é Nelson Cascais, considerado um dos mais procurados baixistas portugueses do Jazz. Incansável, ele desliza as suas claramente dedilhadas linhas básicas, pelo braço do seu Contrabaixo. Dele retira sons de Swing e de Groove, para deleite de seus ouvintes.
Maria Anadon utiliza esta variável estrutura musical para fazer incursões pelo Jazz clássico, passando por títulos melancólicos do Swing, chegando até às formas latinas, com um sabor de folclore e cheias de temperamento.
Então ela torna-se a Diva do Jazz, que não canta só simplesmente as suas canções, mas também as interpreta com gestos e mímica. Quem a ouve cantar o título "What A Difference A Day Makes“ fica logo convencido de que o Amor transforma um dia normal em algo de especial. Isso é recompensado com contínuos aplausos de agradecimento."
Raquel Boaventura | Intemporal
Quem nunca experienciou aquela lágrima ao escutar e sentir o fado, aquela emoção peculiar e pessoal, que torna este género musical único e Intemporal?
Beber o fado nas suas verdadeiras raízes é transportar na alma o sentimentalismo e a fé de ser Português. No entanto, o fado é vivencial e transforma-se com os tempos, adapta-se e converte-se, sem nunca trair as suas convicções e sonoridade característica.
Se comentar ou falar sobre o fado é um risco de se pecar por defeito, falar de novos nomes é um prazer acrescido, uma descoberta que vale a pena tentar.
Raquel Boaventura é uma nova aventura, um diamante em bruto a ser lapidado, uma voz que bebe nas fontes de Teresa Salgueiro e, quiçá, de uma Amália Rodrigues, a empatia da simplicidade e da pureza.
“Intemporal” é o primeiro trabalho da cantora, complemento direto de vivências e emoções transpostas pelo correr das horas, do tempo.
Acompanhada por cinco músicos em palco, Raquel Boaventura canta autores tão díspares como Florbela Espanca, passando por Pedro Aires Magalhães, Luís de Camões e Pedro Homem de Mello, não esquecendo a grande Amália Rodrigues.
A voz de Raquel Boaventura, cristalina e suave, emociona e transforma as palavras em história.
Dog's Bollocks
Os Dog's Bollocks são uma banda composta por dois elementos (duas guitarras, voz e meia bateria) e movem-se livremente entre os Blues e o Rock ‘n’ Roll, destilando influências que vão de Jack White a Legendary Tigerman e tudo o que há no meio.
Single Malt Blues é o álbum que dá o mote para uma viagem por sonoridades com raízes no Blues, mas que se estendem para outras paragens, contando histórias, criando personagens e dando uma abordagem moderna aos sons de antigamente.
Voz, guitarra, bateria _ Luís Leitão
Voz, guitarra _ Daniel Martins
Em 24 de Janeiro lançaram o primeiro single de avanço do seu novo álbum que se espera seja editado ainda este ano.
“Special Needs” é uma música que eleva o espírito livre do Rock ‘n’ Roll, em detrimento dos bens materiais e do consumismo. O vídeo foi realizado por Hugo Cardoso Dos Santos e contou com a participação de vários músicos da zona centro.
B Fachada
Escreve canções que dão mostras de ser recebidas como ciência social, mas o inverso também é verdadeiro. Tem muitos descendentes, mas é mais que a soma dos por si influenciados. Na música popular portuguesa do século XXI não há outra figura como B Fachada, o nome artístico de Bernardo Fachada, compositor, multi-instrumentista, produtor. Nascido em 1984, estudou música no Instituto Gregoriano de Lisboa e aprendeu piano. Mais tarde, frequentou a escola do Hot Clube de Portugal e, na Universidade, cursou Estudos Portugueses. Desde 2007 tem-se notabilizado por um espantoso, e até certo ponto impiedoso, ritmo de edições, através do qual frequentemente subverte o cânone e converte os dogmáticos, baralha as expectativas e expectora a maralha, coça rótulos, caça ruturas. Entre formatos físico e digital, lançou cinco EP (destacando-se o remoto “Viola Braguesa”, uma reflexão sobre o conceito da tradição e suas traições, ou o split com as Pega Monstro, de 2015, em reflexo da amizade e acuidade estética), três mini álbuns charneira (“Há Festa na Moradia”, que teve edição física em vinil, “Deus, Pátria e Família”, que aparentou parar o país, e “O Fim”, com que anunciou uma pausa sabática) e seis registos de longa-duração (da discussão das questões de moral associadas ao universo infanto-juvenil de “B Fachada é Pra Meninos” e do manifesto de pop batumada que foi “Criôlo” até ao homónimo de 2014, criado com recurso a samples burilados, programações barrocas, batidas apátridas). O seu impacto conjunto testa os limites daquilo que, neste domínio, se entende por produção cultural.
Entre 2009 e 2012, fez também parte da banda Diabo na Cruz, com a qual percorreu o país de lés a lés. Ainda em início de carreira, o realizador Tiago Pereira dedicou-lhe o documentário “Tradição Oral Contemporânea”. Com Minta e João Correia lançou uma versão integral do álbum “Os Sobreviventes”, de Sérgio Godinho, com quem já atuou ao vivo. Dividiu igualmente palcos com Dead Combo, Lula Pena, Manel Cruz, Manuela Azevedo, Márcia, Norberto Lobo, Nuno Prata ou Samuel Úria. Fez primeiras partes para Kurt Vile e Vashti Bunyan. Tocou ocasionalmente fora de portas, em Berlim, Barcelona ou Praga, mas nunca foi ao Brasil, onde possui uma dedicada legião de fãs. Apresentou-se nas mais emblemáticas salas de espetáculo portuguesas, mas muitos recordam com mais carinho as atuações divulgadas em cima da hora, em inesperados espaços que continuamente esgotam. E além de se ler tudo o que sobre a sua carreira foi escrito – num dossier de imprensa sem paralelo entre os seus pares – ou de se testemunhar o ato de comunhão em que se transformaram os seus concertos, basta seguir as sedes virtuais em que opera para se compreender tratar-se de um autor tão ouvido quanto vivido. Talvez por isso se diga que a sua obra é indistinguível de quem a consome. Ou que biografia e alegoria são inseparáveis na sua contundente escrita. Mas, se perto de uma década de atividade artística profissional independente sugere alguma coisa é a de que, como poucos, Fachada está interessado em questionar convenções no seu próprio tom, no seu próprio tempo, nos seus próprios termos.
Tendo em consideração a salvaguarda de todos os espectadores, deverão ser cumpridas algumas normas e orientações, a saber:
- Foi elaborado e amplamente divulgado, para além de poder ser consultado no local, o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.
- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.
- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.
- Os bilhetes para acesso a qualquer um dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa são gratuitos, mas obrigatórios, não sendo permitida a entrada no recinto a quem não for portador de bilhete de entrada.
- Os bilhetes poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.
- Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.
- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras ( a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).
- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.
- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.
- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espetáculos.
- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.
- A abertura do recinto será antecipada para assegurar o acesso ao mesmo à chegada ao recinto, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.
- Os acessos abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e os espectadores devem comparecer mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.
- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.
- Os espetáculos terão início à hora marcada e a direção e/ou produção poderá impedir o acesso ao recinto depois do início dos espetáculos.
- Existirão lugares juntos para 4 coabitantes, 3 coabitantes, 2 coabitantes e lugares individuais.
- Grupos de mais de 4 coabitantes terão que, obrigatoriamente, ser separados, cumprindo o previsto no ponto anterior.
- Existirá um espaço reservado a cidadãos portadores de deficiência e respetivos acompanhantes.
- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.
- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.
- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.
- Não é permitida a entrada no recinto com garrafas de vidro.
- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.
- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do recinto após o final dos espetáculos.
- Será elaborado e amplamente divulgado o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.
- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.
- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.
- Os bilhetes, obrigatórios para entrada, serão gratuitos e poderão ser levantados, dois por pessoa, no Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na entrada do recinto dos espetáculos; aos fins-de-semana, poderão ser levantados, também dois por pessoa, a partir das 17h00 na entrada do recinto dos espetáculos.
- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.
- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto.
- Obrigatório o uso de máscara desde o acesso e em todo o tempo que permanecerem no recinto dos espetáculos.
- À entrada no recinto realizar-se-á a medição da temperatura corporal de cada espectador e cada um deve proceder à obrigatória higienização das mãos.
- Os espetáculos terão início à hora marcada e a organização poderá impedir o acesso depois do início dos espetáculos.
- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.
- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes, devidamente identificados e em caso algum poderão deslocar as cadeiras e/ou trocar de lugares.
- Apenas será permitido o acesso às instalações sanitárias a duas pessoas de cada vez.
- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes para abandonar o recinto por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.