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Phole
Festival Percursos da Música – Ponte de Lima
Phole
João Gigante - acordeão diatónico, chamado de concertina
Há muitos anos (pelos menos 7) na bruma da serra nasce o tocador do Phole. Quando os pássaros não bastam para colmatar o vazio sonoro e as árvores já não trauteiam canções orgânicas, os caminhos já não nos levam onde queremos ir.
Na senda da descoberta infinita da regra desarticulada, do meandro absoluto do desapego sensível, encontra-se a forma abstracta de transformar reacções cognitivas em padrões e
reações sonoras.
Se outrora o medo de se perder a “forma/fôrma” ocupou a consciência dos ouvidos plurais, interessa agora tornar o objecto num respeitado instrumento de reprodução sonora.
Transformar as sequências sonoras em vivências: reacções e acções.
João Gigante, “tocador” do projecto Phole, nasce em Viana do Castelo em 1986.
Licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Porto e com Mestrado em Comunicação Audiovisual (Fotografia) na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto, começa desde muito novo a interessar-se pelas pessoas e pelas vivências do seu lugar de origem, Perre (Viana do Castelo), tornando estes conceitos parte do seu trabalho e do seu percurso
artístico.
Um tocador que quer viajar da eira para um outro espaço, das suas memórias para um presente em construção. O projecto Phole é uma pesquisa sobre o acordeão, neste caso em particular o acordeão diatónico, chamado de concertina. Na sua pesquisa existe uma ligação permanente, que advém também da sua pesquisa visual e que tem que ver com o encontro com a memória, com o seu passado e as histórias do lugar de onde pertence. Uma ligação permanente e construtiva sobre quem habita o seu quotidiano ou já habitou.
Programa
1 - LI
2 - 1 + 1
3 - AREJO
4 - LATO
5 - AMÉLIA
6 - CISCO
7 - UNHAS DO DIABO
22h00