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Câmara Municipal de Ponte de Lima aprova Zona de Intervenção Florestal - ZIF Monte da Nó e Padela
Encontra-se em fase de constituição, no concelho de Ponte de Lima, mais uma Zona de Intervenção Florestal, denominada ZIF Monte da Nó e Padela, abrangendo as Freguesias de Poiares, Navió e Vitorino de Piães, Ardegão Freixo e Mato, Facha, Vitorino das Donas, Seara, Correlhã, Feitosa, Rebordões de Souto, Rebordões de Santa Maria, Cabaços e Fojo Lobal e Friastelas.
Considerando que a criação destas áreas é importante para a preservação dos espaços florestais do concelho o Município de Ponte de Lima, sendo proprietário de prédios rústicos em algumas destas freguesias juntou-se a este projeto, aderindo a esta ZIF.
Recorde-se que as Zonas de Intervenção Florestal são áreas territoriais contínuas e delimitadas, constituídas maioritariamente por espaços florestais, submetidas a um Plano de Gestão Florestal e a um Plano Específico de Intervenção Florestal e geridas por uma única entidade.
A criação de uma ZIF tem como objetivo garantir uma adequada e eficiente gestão dos espaços florestais, com a atribuição concreta de responsabilidades; ultrapassar os bloqueios fundamentais à intervenção florestal, nomeadamente a estrutura da propriedade privada, em particular nas regiões de minifúndio; infra-estruturar o território, tornando-o mais resiliente aos incêndios florestais, garantindo a sobrevivência dos investimentos e do património constituído.
As ZIF's visam ainda concretizar territorialmente as orientações constantes na Estratégia Nacional para as Florestas, nos instrumentos de planeamento de nível superior, como o Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, os Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF), os Planos Diretores Municipais (PDM), os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), os Planos Especiais de Ordenamento do Território e outros planos que se entendam relevantes. Integram ainda as diferentes vertentes da política para os espaços florestais, designadamente a gestão sustentável dos espaços florestais, conservação da natureza e da biodiversidade, conservação e proteção do solo e dos recursos hídricos, desenvolvimento rural, proteção civil, fiscalidade, especialmente em regiões afetadas por agentes bióticos e abióticos e que necessitem de um processo rápido de recuperação.