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Exposição 33
Exposição 33 de Patrícia Ferreira | Torre da Cadeia Velha - Ponte de Lima
Os recolhimentos para mulheres na época moderna nasceram da preocupação por parte da igreja e da sociedade com a proteção e reabilitação da honra feminina. Em Braga existiam seis. O Recolhimento de Santa Maria Madalena e São Gonçalo ou das Convertidas era especial por ter sido criado especificamente para albergar mulheres pecadoras arrependidas dos seus pecados, concretamente os da carne, mulheres marginais, transviadas, perdidas e desonradas. Mas também há as que ingressaram devido à sua enorme pobreza, orfandade, viuvez e até por prevenção, quando em risco de pecar. Uma vez instaladas neste espaço de reclusão/recolhimento, passavam a ter um quotidiano sombrio preenchido por regras rigorosas, tensão, obediência, oração e trabalho.
A exposição "33", composta por 33 desenhos, um por cada cela do Recolhimento das Convertidas serve para refletir sobre as perspetivas de vida daquelas mulheres no primeiro período da instituição (de clausura), bem como para lembrar e homenagear mulheres que viveram/sobreviveram sem opções, que se viram excluídas da sociedade e privadas de vida e pensamento livres. São imagens de reclusão, confinamento, obediência, sombra e de um certo retrato da mulher, infelizmente, em algumas geografias, atual.
Biografia:
Patrícia Ferreira nasceu em 1977, em Braga, cidade onde vive e desenvolve o seu projeto artístico, no Atelier Jardim de Santa Bárbara. Formou-se nas áreas da comunicação e da gestão. Foi gestora no sector financeiro durante quase 20 anos, deixou de o ser para dedicar a sua vida por inteiro à arte. Agora é o que faz.
Ao longo dos últimos anos, tem participado amiúde em exposições de desenho, pintura, ilustração e cartoon, coletivas e individuais, das quais se destacam: "Micro-Nouvelles: 13 Histórias Trágicas + 2 Breves", "Mar_é", "O Circo da Vida", "33" e "Mostra em Três Actos".
Muitas das suas obras são de natureza autobiográfica, mas também gosta de criar nos campos da poesia visual, do humor sarcástico, da história e de capturar instantâneos do quotidiano. Entre riscos, mancha, côr e algum verbo, assume-se, acima de tudo, como uma contadora de histórias.
Todos os dias: 09h00 – 12h30 | 14h00 – 17h30
Entrada gratuita